Festival do Japão

Quem foi ao festival do Japão 2017/SP, levanta a mão! Eu!!! (e minha família claro, haha)
Vou relatar aqui como foi a minha experiência do evento mais empolgante que visitei até o momento nestes 18 anos direto no Brasil para vocês. Só alerto que não tiramos muitas fotos porque a intenção de virar blogueira começou depois disso.=P Mas tá valendo para terem uma ideia de como foi!

Saímos por volta de 9h00 da manhã no dia 08/07/2017 e o transito estava bem tranquilo. Seguimos o GPS no início mas quando estávamos mais perto, foi aparecendo sinalizações bem claras para chegarmos ao evento que nos facilitou bastante. 9h50 já estavamos no estacionamento bemmm caro por sinal. Gente, R$ 45,00, socorro!



Não compramos ingresso antecipado pela internet. Meu esposo preocupado com o tanto de gente que se encaminhavam ao pavilhão achou que ficaríamos horas para comprar a entrada. Mas olha que sorte, a fila estava vazia. A única coisa chata foi que para pegar da minha filha de 4 anos, crianças abaixo de 8 anos e idosos que possuem gratuidade o guichê era do outro lado e a ansiedade para entrar logo estava acabando comigo haha.

Fomos direto para o setor de comida! Nem tomamos café da manhã para encher a pança no festival. Mas, para minha decepção, a maioria ainda estava preparando….(snif)

O que deu para aproveitar foi o clássico gyuudon que amo, dessa vez com Wagyuu – o verdadeiro!(olha o olho brilhando!) Paguei R$ 30,00 num potinho mas valeu cada centavo por saborear aquela carne macia e leve.

Depois comemos o kaki age don, macarrão fininho frito no óleo, que ao jogar um caldo grosso com verduras, carnes e etc, ele vai se desmanchando. Esse fazia tempo que não comia tb. Acho que foi uns R$ 20,00.

Fiquei com desejo de experimentar o okonomiyaki mas a fila estava tão desesperadora que desisti… Em seguida fomos atrás de nikuman, pãozinho chinês no vapor com recheio de frango. Três pequeninos por 10,00. Deu para o gasto=) Mas do Nakamura da feira de domingo no Liba era melhor.

A lombriga não se aquietava, então fomos atrás depois do kurigohan. O arroz de moti com castanha portuguesa. Esse era um dos mais desejosos da minha lista. Opa, lista? Que lista???? Eu cheguei a entrar no site do festival para anotar tudo que eu queria comer de cada barraca. Neurótica né?

Os petiscos escolhidos foram, korokke(croquete de carne estilo japonês) e um temaki de salmão grelhado que segundo marido foi o melhor do dia. O meu croquete não estava igual do Japão… Eles usaram aipim na massa… O verdadeiro não usa mandioca. É batata pura.=( Outro dia vou postar o video mostrando como fazer para vocês.)

Nossa sobremesa foi sorvete de maçã da barraca Aomori e crepe japonês de uma barraca que meu esposo achou lá. Nesse também não dei sorte… Sou chata com sorvete. Achei bem pesado tipo aqueles sorvetes que a gente encontra em bairrinho de marcas que nunca ouvimos falar mas cada bola  baratérrima, R$ 1,00.

A essa altura do campeonato não dava mais para enfrentar as filas de comida então fomos conhecer o que tinha de legal no pavilhão. Eu e filha tiramos foto com kimono fluorescente! Recebemos a foto pela IMMA Atelier de Kimonos de Mayumi Watanabe e Priscila Satake. Gostamos da experiência!



Minha filha brincou bastante no espaço criança do festival mas não lembro o nome das organizadoras. Sei que teve de escoteiro, pipa japonesa, pintura, dobradura de tecidos. Até eu me diverti com uma técnica de pintura que não conhecia usando gansai.(parece aquarela)

Compramos alguns produtos oferecidos lá e participei de um concurso da TV Tokyo para ir ao Japão com tudo pago. Quem sabe não vou né? haha

Tem muito mais história mas para não ficar massante vou parar por aqui=) Ano que vem quero ir de novo com certeza! Amei, amei!

 




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